Jean-Jacques Rousseau - Michel Soëtard

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Jean-Jacques Rousseau

Michel Soëtard

Sinopse:
Jean-Jacques Rousseau, que preferiu assumir o risco de se apresentar como um “homem de paradoxos” em lugar de permanecer como um “homem de pré-conceitos” propõe ao historiador do pensamento educacional um paradoxo fundamental: a obra cuja influência foi, sem contestação, a mais profunda e a mais durável no desenvolvimento do movimento pedagógico, a que, segundo a fórmula de Pestalozzi, marcou “o centro do movimento do antigo e do novo mundo em matéria de educação”, se fundamenta em um total desprezo da prática, descartada pela pena de Rousseau no prefácio do livro L’Emile ou de l´éducation [Emílio ou da educação], ridicularizada em um momento em que um entusiasmado pai apresentava o filho educado segundo os “novos princípios”, mas, profundamente contraditório, pois abandonara seus próprios filhos. Rousseau não foi um bom preceptor, longe disso. O enigma permanece: por que práticos como Pestalozzi, Fröbel, Makarenko, Dewey, Freinet – todos engajados em experiências históricas – jamais puderam se afastar de Emílio, essa obra de pura utopia, e a ela sempre retornaram regularmente, como o sequioso volta a uma fonte de águas límpidas? A ele retornaram em busca de consolo a seus próprios fracassos, ou a obra do genebrino apresentava-lhes qualquer coisa de particular, que não cessava de inspirá-los e cujos efeitos não parecem ainda estar esgotados?

Descrição do livro:
Páginas: 100
Gênero: Ministério da Educação
Idioma: Português



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