José Mário Pires Azanha - José Sérgio Fonseca Carvalho

José Mário Pires Azanha

José Sérgio Fonseca Carvalho


Introdução: fragmentos de uma vida voltada à educação pública


Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida. Estes são os imprescindíveis.
Bertold Brecht
Docência como vocação
Em novembro de 2002, a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo concedeu a José Mário Pires Azanha sua mais alta distinção acadêmica: o título de professor emérito. Fiel ao seu estilo conciso, fez um discurso breve, embora tocante. Nas poucas palavras que proferiu após os agradecimentos, José Mário relembrou que o termo emeritus fazia referência a uma prática militar da Roma Antiga. Era um título empregado para designar um soldado que se retira do exército, e que, não obstante, permanece como soldado.

Séculos depois, a partir de uma tradição iniciada nas universidades anglo-saxônicas, passou-se a atribuir o título de emérito a um professor aposentado, como reconhecimento público da relevância de uma carreira. “Mas também”, acrescenta José Mário, “como dizendo a ele que aquela dedicação de uma vida toda ao ensino permanece e confere a ele o direito de continuar a ser professor”.

Descrição do livro:
Páginas: 176
Gênero: Ministério da Educação
Idioma: Português



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