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Projeto de pesquisa: Diga Não ao Bullying

Projeto de pesquisa: Diga Não ao Bullying

Projeto de pesquisa: Diga Não ao Bullying

Regina Célia de Oliveira Santos

Sinopse:
Na opinião dos alunos o tema abordado mostrou uma realidade até então desconhecida e tratada como brincadeira, mesmo que de mau gosto, praticada indiscriminadamente nas escolas e no cotidiano de jovens e adolescentes. Nunca haviam levado em consideração que estas atitudes agressivas intencionais, repetitivas, sem razão aparente, cometidas por um aluno ou grupo contra outro, causariam angústia e sofrimento para alguém. Durante a execução da pesquisa e dos questionários, ficaram impressionados com a falta de educação, limites e disciplina de alguns alunos.

73% dos alunos têm conhecimento de prática de bullying na escola. Principais formas de agressões encontradas na escola: apelidos, pegar no pé e rir do tipo físico. Agressões físicas, verbais e ameaças, também, são comuns. 55% dos alunos já se envolveram com práticas de bullying. Dos 188 alunos questionados, 129 já foram vítimas de bullying. 24% revidaram as agressões. Os agressores não se importam com as testemunhas nem se abalam com as punições. O período de maior incidência de assédio moral é: na hora da saída, no intervalo e na sala de aula, provavelmente, na ausência do professor.

Normalmente quem aparece para ajudar as vítimas é o professor ou a direção. 27% das vítimas informaram não terem recebido ajuda na hora da agressão. Dos alunos entrevistados, 71% concordaram com o fato de ter alguém que venha impedir, de forma eficaz, as ações de violência ou qualquer manifestação de bullying, não somente, dentro da escola, mas em toda a sociedade. Jovens e adolescentes vem apresentando comportamento agressivo, intimidador e ameaçador. A família se sente abandonada pelas autoridades. A comunidade escolar vem testemunhando uma triste realidade: quanto maior o interesse dos aprendentes pelos estudos, maior a chance de sofrerem ameaças e serem vítimas de atitudes de vandalismo e/ou bullying.

Segundo notícia veiculada no Jornal Hoje de 26/09/08, dos 8.773 professores pesquisados, 83% querem punição mais rígida contra a violência nas escolas. Durante a palestra comentaram que por serem menores de 18 anos, pensavam que não sofreriam sanções corretivas e/ou penais. Mostraram­se surpresos com a sentença proferida pelo juiz da Infância e da Juventude, José Antonio Daltoé Cezar, da 8ª Câmara Civil do TJRS.

Descrição do livro:
Páginas: 58
Gênero: Educação
Idioma: Português



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